Reportagem do fantástico sobre as usinas nucleares brasileiras:
Postado por Henrique Gomes - Número 15 - Grupo 2
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| Figura 1 - Localização de Angra 1 e Angra 2. |

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| Figura 2 - Trajes nucleares. |
A técnica nuclear tem
se desenvolvido gradativamente nos últimos tempos em diversos setores.
Entretanto, devido aos trágicos acidentes ocorridos no Japão e na Ucrânia
(figura 3), a energia nuclear é vista apenas pelo lado negativo. Os campos da
agricultura e da indústria são os que mais se beneficiam desse avanço.![]() |
Figura 1
/http://blogtecrad.blogspot.com.br
/2011/12/irradiacao-de-alimento
s-esta-legalizada.html
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Figura 2
http://www.alunosonline.com.br/upload
/conteudo/images/gamagrafia.jpg
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Figura 2
Fonte: http://quimhardblogfidensforever-quimhard.blogspot.com.br/
Acesso: 21/07/2014
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Figura 1
Acesso: 21/07/2014
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Figura 3
Fonte: http://quimicasemsegredos.com/radioatividade-parte2.php
Acesso: 21/07/2014 |
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Figura 4
Fonte: http://alfaconnection.net/pag_avsf/rad0101.htm
Acesso: 21/07/2014
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Figura 5
Fonte: http://www.diariocatolico.com.br/2012/02/para-ciencia-de-ponta-e-impossivel.html
Acesso: 21/07/2014
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| Figura 1 - Momento da ezplosão. Fonte 1 |
A usina era protegida por um dique projetado
para resistir à ondas de 5,7 metros, porém não foi suficiente para suportar
ondas de 14 metros, que foram provocadas pelo tsunami. Após ser atingida pelas
ondas, houve a falha do sistema elétrico, o que não permitiu o resfriamento dos
reatores e na tentativa de resfriá-los, foi utilizada a água do mar, que devido
a alta temperatura dos reatores, a água marinha foi evaporada, produzindo o
hidrogênio, que é altamente explosivo, causando explosões na usina. A partir
dessas explosões, foi liberado o césio 137, material radioativo dos reatores. ![]() |
| Figura 2 - Cidade devastada após o terremoto e tsunami. Fonte 2 |
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| Fonte 3 |
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| Explosão nuclear em Hiroshima - imagem 1 |

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| "Bomba Fat man" |
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| Figura 1 - Henri Becquerel, Pierre Curie e Marie Curie |
Henri Becquerel, físico famoso vindo
de uma família de cientistas, interessou-se por essa recente descoberta e
realizou variações de um outro experimento feito por Charles Henri com papel
fotográfico para provar a relação entre o raio X e a fluorescência (capacidade
de um material de emitir luz após receber energia) do tubo onde estava contido.
Ele se deparou com um resultado inesperado: o sulfato duplo de potássio e
uranila, um composto de urânio-238, causava manchas em uma chapa fotográfica,
mesmo no escuro e embrulhado em papel negro. A interpretação de Becquerel sobre
esse experimento era de que o composto emitia algum tipo de raio capaz de
atravessar o papel e atuar sobre a chapa.
No final de 1897, os cientistas
Marie e Pierre Curie se interessaram pelo fenômeno descoberto por Becquerel,
que mais tarde chamaram de radioatividade. Por meio de mais experimentos, eles
descobriram que todos os compostos que continham urânio-238 emitiam tais raios.
Algum
tempo depois, quando trabalhavam com um material chamado pechblenda, o casal
verificou que uma das partes extraídas do minério era 400 vezes mais radioativa
que o urânio. Descobriram que se tratava de um novo elemento químico que
chamaram de “polônio”. Os Curie não cessaram suas pesquisas e acabaram
descobrindo ainda outro elemento químico, que é mais radioativo que o polônio.
Foi nomeado “rádio” por causa da própria palavra radioatividade. Esse elemento
produz emissões capazes de atravessar até camadas de chumbo.