sábado, 26 de julho de 2014

O PODER MALÉFICO DA CIÊNCIA

Bomba atômica, também conhecida como bomba nuclear, é um dispositivo explosivo que deriva sua forca  destrutiva das reações nucleares, no qual libera energia em forma de calor. Além dessa, também é lançada grande quantidade de radiação. Tal é classificada em bomba de fissão nuclear, bomba de fusão nuclear, bomba suja e bomba de nêutrons.
    Tal armamento obteve ligação direta com a Segunda Guerra Mundial. Em 1938, o físico Otto Han apresentou ao mundo a “fissão nuclear”. Posteriormente, Albert Einsten descobriu que o núcleo atômico era provido de  grande energia. Apesar de sua nacionalidade alemã, ele era judeu, e estava refugiado nos EUA. Assim, Einsten contribuiu para o projeto dos norte-americanos, apresentando a teoria que possibilitou a invenção de uma arma de destruição em massa. Em 1941, houve o inicio do Projeto Manhattam, cujo objetivo era a criação de uma bomba atômica. O professor Robert J. Oppeinheiner comandou o processo, em que os primeiros testes foram realizados  no Novo México.
Explosão nuclear em Hiroshima - imagem 1  
    Diante dos efeitos da bomba atômica – a explosão e a energia térmica (calor), liberação de radiação gama e pulso energético – danos graves são causados, variando em função da proximidade ao hipocentro. Em raio de 2 a 4 Km, tudo será imediatamente vaporizado, devido a alta temperatura.


Sob tantos malefícios, consequências negativas e extremamente perigosas, utilizar uma arma de tal tipo seria uma decisão fatal e irreversível, a ponto de tal ignorância destruir grandes cidades, cultura e a vida de milhões de pessoas, no qual contexto nenhum seria justificativa para uma destruição tão ampla. Seguindo esse ponto de vista, foi com desejo de impor sua superioridade, em fim de Segunda Guerra Mundial e sem necessidade, que os Estados Unidos utilizou sua forca máxima e lançou duas bombas no Japão, chamadas de “little boy” e “fat man”, no ano de 1945.


    A primeira foi enviada à cidade de Hiroshima e estimou-se 140 mil mortes, porém, nunca foram confirmadas, devido à desintegração dos corpos. Ocorreu no dia 6 de agosto e, três dias depois, foi lançada a segunda em Nagasaki, com aproximadamente 80 mil mortos. Essa trouxe consequências desastrosas e ficou marcada como um maldoso fato na história mundial.



"Bomba Fat man"   


http://www.mundovestibular.com.br/articles/1161/1/BOMBAS-NUCLEARES/Paacutegina1.html

PERGUNTAS
1- Como foi feita a bomba atômica?
2- Quais as consequências da bomba atômica para o ser humano?
3- Quais as consequências das bombas lançadas no Japão para o país? 
4- Quem criou a bomba atômica? 


Grupo 6 - 1ºG
Alunos: Clara Aguiar
Catarina Wodzik
Matheus Calabria
Matheus Carvalho
Andre Abreu

PARA A RADIOATIVIDADE, PEGUE A ROTA 238


Figura 1 - Henri Becquerel, Pierre Curie e Marie Curie

Em 1895, o físico alemão Wilhelm K.Rontgen descobriu um raio produzido pela descarga elétrica ocorrida em uma ampola de vidro contendo um gás rarefeito. Foi chamado de raio X por não se saber sua origem.
   Henri Becquerel, físico famoso vindo de uma família de cientistas, interessou-se por essa recente descoberta e realizou variações de um outro experimento feito por Charles Henri com papel fotográfico para provar a relação entre o raio X e a fluorescência (capacidade de um material de emitir luz após receber energia) do tubo onde estava contido. Ele se deparou com um resultado inesperado: o sulfato duplo de potássio e uranila, um composto de urânio-238, causava manchas em uma chapa fotográfica, mesmo no escuro e embrulhado em papel negro. A interpretação de Becquerel sobre esse experimento era de que o composto emitia algum tipo de raio capaz de atravessar o papel e atuar sobre a chapa.
            No final de 1897, os cientistas Marie e Pierre Curie se interessaram pelo fenômeno descoberto por Becquerel, que mais tarde chamaram de radioatividade. Por meio de mais experimentos, eles descobriram que todos os compostos que continham urânio-238 emitiam tais raios.

            Algum tempo depois, quando trabalhavam com um material chamado pechblenda, o casal verificou que uma das partes extraídas do minério era 400 vezes mais radioativa que o urânio. Descobriram que se tratava de um novo elemento químico que chamaram de “polônio”. Os Curie não cessaram suas pesquisas e acabaram descobrindo ainda outro elemento químico, que é mais radioativo que o polônio. Foi nomeado “rádio” por causa da própria palavra radioatividade. Esse elemento produz emissões capazes de atravessar até camadas de chumbo.

Os estudos sobre a radioatividade continuam até hoje e já tiveram muitos avanços.

            
Figura 1
Acesso em 23 de Agosto de 2014

Referências bibliográficas:

GRUPO 1
Nomes:          Fernanda Estrela      nº 10              1º ano G
                       Marina Nogueira       nº 30
                       Milena Delarete        nº 33
                       Theodora Moreira    nº 41

01) Que descoberta possibilitou o estudo da radioatividade?

02) Qual foi a conclusão que Becquerel chegou a partir de seu experimento com a chapa fotográfica?

03) Quais foram as grandes descobertas de Marie Curie?

04) Qual foi o valor histórico de Marie Curie como mulher?

BRASIL E RADIOATIVIDADE: O QUE TEMOS A OFERECER



No Brasil há um órgão responsável pelos estudos nucleares, o Centro Nacional de Estudos Nucleares (CNEN) que tem bases em diferentes estados. Responsável pelo Centro-Oeste tem-se o Centro Regional de Ciências Nucleares (CRCN-CO), em Minas Gerais o Centro de Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear (CDTN) e o Centro Regional de Ciências Nucleares do Nordeste (CRCN).
Percebe-se, então, um crescimento significativo referente às pesquisas nucleares, com novos centros, novos estudos e uma única finalidade principal: levar à sociedade os benefícios da tecnologia nuclear, gerando conhecimento e apoiando a formação de recursos humanos. Além disso, são responsáveis por regular e fiscalizar o uso de energia nuclear.
Sendo assim, para cumprir o seu principal objetivo, os centros de pesquisa brasileiros necessitam de uma boa estrutura. O CDNT possui uma área de 240.000 m², uma instalação nuclear de pesquisa, instalações radioativas e 50 laboratórios para testes. O CRCN tem vários prédios focados em diferentes partes da ciência nuclear, desde a geração da energia ate aplicação na medicina. A CRCN-CO se entra em um amplo espaço com mais de 70 laboratórios.
Toda essa estrutura está a disposição para novas projetos sobre radioatividade comandada pela CNEN desde 1999, quando foi criado. Ela tem 9 unidades de pesquisa, sendo as citadas as principais e maiores.Veja na tabela 1:
Tabela 1 - Localidades
CENTROS
LOCALIDADES
CRCN
NORDESTE
CDTN
MINAS GERAIS
CRCN-CO
CENTRO OESTE
IEN
RIO DE JANEIRO
IPEN
SÃO PAULO
IRD
RIO DE JANEIRO


Mapa de Centros de pesquisa nucleares. Fonte: http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/mapaacidnuclear.bmp. Acessado dia 23 de Julho às 21h48min
O objetivo de cada uma é diferente, pois elas têm seus próprios estudos, que se diferenciam.  Porém tem a mesma base, o CNEN, logo, como já dito, tem-se uma finalidade fundamental. Desde sua criação, o país já avançou bastante nessa área e vem contribuindo para o mundo em estudos nucleares. Veja no gráfico 1:

Gráfico 1: Crescimento dos estudos sobre radioatividade no Brasil
Perguntas
      1-    O Brasil tem avançado na estrutura e quantidade de projetos desde a criação do CNEN?
      2-    Qual o foco do mercado do CDNT?
    3-    Apesar de uma finalidade principal e em comum determinada pela CNEN, as outras unidades são focadas em projetos diferentes?
      4-    As metas da CNEN são possíveis de serem cumpridas?

Feito por Lucca Rolindo(26), Rafael Penteado(37), Júlia de Faria(18), Marco Polo(27) e Lucas Scalioni(24).                                                                               1º G

CÉSIO-137: O BRILHO FATAL



  No dia 13 de setembro de 1987, o Brasil entrou para o rol dos países que também sofreram catástrofes radioativas, quando um acidente envolvendo césio-137 deixou mais de 6 mil vítimas.

Figura 1. Coloração do Césio-137
http://www.caliandradocerrado.com.br/2012/09/cesio-137-25-anos-da-tragedia.html
  Tudo começou quando o Instituto Goiano de Radiologia fechou e deixou para trás aparelhos abandonados no local, o que atraiu a atenção de catadores de sucata que vendiam as peças para o ferro velho. Porém, uma das máquinas abandonadas ainda continha 19,26 gramas de césio-137, um pó branco altamente radioativo que, no escuro, emite uma coloração azul (figura 1). Logo, dois catadores de sucata que não sabiam o que havia dentro da máquina, venderam-na para o ferro velho. O dono do estabelecimento, Devair Alves Ferreira, ao desmontar a máquina, sentiu-se atraído pela coloração azul que o césio-137 emitia, e levou o material para casa para exibir aos seus familiares. Entretanto, desde o caminho do ferro velho até sua casa, todos os materiais e seres vivos próximos ao césio-137 foram infectados, principalmente os familiares do Devair, que levaram parte do material para casa, aumentando ainda mais a contaminação.
   Na ocasião, 19 gramas de césio-137 foram suficientes para contaminar 249 pessoas e produzir 13 toneladas de lixo atômico. As pessoas que tiveram contato direto com o material apresentaram sintomas mais graves, como queimaduras na pele, vômitos e diarreia, deixando quatro mortos inicialmente e sessenta ao longo dos anos.

Figura 2. Memorial dedicado às vítimas

http://tsap243.blogspot.com/2011/04/principais-acidentes-nucleares.html
  Hoje, todo o material contaminado e o césio-137 encontram-se enterrados em um depósito a vinte quilômetros da cidade de Goiânia, confinado embaixo da terra em 1200 caixas, 2900 tambores e 14 contêineres revestidos de aço e cimento, onde ficarão pelos próximos 153 anos. Até hoje, o acidente é conhecido como o pior acidente radiológico em área urbana da história e foi feito um memorial em homenagem aos seus 20 anos (figura 2).
 




Fontes:
 
 http://www.brasilescola.com/fisica/o-acidente-radioativo-goiania.htm

http://www.greenpeace.org.br/nuclear/cesio/flash_cesio.html
Filme: Césio-137: O pesadelo de Goiânia


Perguntas:

1)   Como o césio-137 se espalhou pela cidade de Goiânia?

2)   O que foi feito com os materiais contaminados pelo césio-137?

3)   Quais foram os sintomas detectados nas pessoas que tiveram contato direto com o césio-137?

4)   Qual o aspecto do césio-137?
 
 
 
Grupo:  Bárbara Rodrigues nº04, Júlia Péret nº20, Mariana Camelo nº29 e Thaís Nora nº40 e Victória Carvalho nº42.
     Turma: 1º ano G
 

 

terça-feira, 22 de julho de 2014

ORIENTAÇÕES PARA O TRABALHO - I

Queridos alunos(as),

Bem-vindos aos blog criado para que vocês façam as postagens sobre os temas pesquisados.
Por favor, seguir as seguintes orientações:

1. Escrever o título com a fonte maiúscula.
2. Utilizar cores diferentes, caso queiram destacar algum termo. Usar o botão, disposto na barra de ferramenta:

3. Enumerar as figuras (usar o botão inserir imagem, disposto na barra de ferramenta:
 ) e os quadros, escrevendo a legenda corretamente (indicar a fonte). Por exemplo:

Figura 1. Logotipo para informação. Fonte: http://www.itarget.com.br/newclients/fundacaoboticario.org.br/cbuc2011/index.php?option=com_content&view=article&id=110:orientacoes-gerais-para-o-evento&catid=44:destaques-categoria-interna&Itemid=50&lang=pt  Acesso em 19 de julho de 2014.
Você também pode indicar a fonte da imagem por meio de um link. Por exemplo:
Figura 1. Logotipo para informação (1) . 

4. Utilizar os recursos Link e vídeo, se for necessário, por meio dos respectivos botões na barra de ferramentas do blog.

5. Escrever o texto no formato justificado. Usar o botão alinhamento da barra de ferramentas do blog:

6. Escrever as principais fontes da pesquisa.

7. COLOCAR, NO FINAL DA POSTAGEM, AS PERGUNTAS QUE FORAM ELABORADAS (ENUMERÁ-LAS)